domingo, 12 de julho de 2009

Quem é vivo sempre aparece..

Cá estou eu de volta! Depois de uma pequena hibernação nada melhor do que colocar os assuntos em dia. Primeiro, por que fiquei tanto tempo longe do blog? Nem eu sei a resposta. Talvez a fase de transição, a adaptação a nova rotina, a pouca experiência na condução de um blog, sei lá! Escolham vocês os motivos.

O que sei é que este início de férias trouxeram novos ares, algo muito importante para alguém que lida com as palavras. Motivações não faltam para que eu continue meu trabalho por aqui. Ao contrário de nosso "querido" Diogo Maynardi que não se adaptou a internet e "pediu pra sair", cada dia que passa eu me sinto mais integrado com essa maquininha e acredito na sua potencialidade na formação de cidadãos, e cidadãs também por que não?

A partir de agosto se inicia uma nova fase em minha vida (alguns podem dizer: - mais de novo?). Ingressei na Pós-graduação de História da Unesp de Assis. E como pesquisa e docência não podem se dissociar, a partir de então sempre farei referências a minha pesquisa e aos assuntos adjacentes.

Estudarei o Telecurso, isso mesmo, aquele programa de EAD que passa de madrugada na Rede Globo. Pois é, este programinha foi criado em 1978. E há diversas histórias cercando sua criação. É isso que vou historiar.

Por isso, a partir de agora falaremos não só da nossa condição como "seres professores", mas também discutiremos temas importantes, como democratização da mídia, política, cultura, economia e até sobre o nosso Michael!

Pois um professor tem de ser completo, mesmo não sendo!

Um comentário:

  1. Grande professor, primeiro gostaria de mencionar que achei muito interessante, válida, pra não dizer nobre, e assim constranger de alguma forma um ex medievalista seus visigodos, consilhos e tal rs, a ideia deste blog. Sempre vi a profissão de educador como muito bonita, hoje consigo perceber melhor as atrelações ao sistema, o que me causou, confesso, infinitas crises. Mas, crises e reflexões fazem parte da atividade escolhida por nós, a de historiar. E, dessa forma, inquietos com a infinitude de injustiças moldadas ao longo dos tempos, aprendemos algumas falhas, compreendemos melhor a política, a necessidade de um autonomismo por parte dos individuos como um plano a liberdade. Sim, mudanças não são simples, enquanto tentamos construir pequenas coisas, o cotidiano totalmente enraizado numa determinada lógica, destrói outras, pelas necessidades do imediato. Mas são mesmo nesses pequenos passos que podemos agir, de uma maneira que evite as hierarquias, no trabalho com a informação, conscientização fundamentando a autonomia do ser. E, ainda neste aspecto vimos como há falhas por parte dos educadores, por parte da linha do sistema educacional. De fato, seu blog é muito importante por se propar a discussões sobre o ser professor. E, aqui, buscarei e possivelmente encontrarei respostas sobre minhas crises, mesmo que muitas vezes estas sejam subjetivas/pessoais.
    Sem dúvidas um professor deve ser completo, mesmo não o sendo, afinal o bom e velho clichê, clichês são sempre clhichês por um motivo, o ser humano não é completo. Mas é plausivel de movimentação, e como diz Bertold Brecht " não é mágica, e sim trabalho".
    Parabéns por seu blog estar aberto a discussões de diversos tipos, até mesmo o Michael Jackson!!
    E, a parte que mais me atraiu, tentar fugir do academicismo, e trazer o que ocorre dentro da universidade para meios mais populares, mesmo que a inclusão digital ainda seja pauta para discussão por tantos problemas. Estou ansiosa por desvendar contigo, com todos sobre o telecurso, sobre suas pesquisas. E, quem sabe, uma interdisciplinariedade entre os blogs, por mais limitados que este espaço o seja, e pelas criticas que recebemos, acho que apenas não se rebaixar aos grandes e achar que apenas aos modos destes se pode fazer algo.

    Parabéns, amigo. Um forte abraço.

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