quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Dia do professor: vamos comemorar?

Mais um dia do professor, e com ele mais um dia no ano para reclamações, chateações, pessimismos, e comentários negativos que marcam a nossa vida. Isso mesmo, pois o que mais sabemos fazer é reclamar. Não sem razão, de fato as condições do professorado é cada dia pior, porém o que chamarei aqui de cultura da reclamação acaba por cristalizar habitus que em nada colaboram para o desenvolvimento da escola.
Infelizmente os professores ainda não entraram no século XXI, ou seja, não sabem qual é o seu papel dentro da sociedade. Esse é o maior desafio de nossa profissão. Reconhecer o nosso papel. E qual é esse papel? O de mais um profissional do corpo burocrático do Estado que faz seu trabalho como máquina e como tal deve ser bem remunerado? Ou da referência para as pessoas da comunidade (ou comunidades) em que atua? Acredito na segunda opção.
A título de comparação podemos pensar na Unidades da Polícia Pacificadora (UPP) que estão sendo utilizadas em algumas comunidade no Rio de Janeiro. Esses profissionais conseguiram diminuir os níveis de violência, e com ações simples e que não agridem (em todos os sentidos) as comunidades. Não será esse o papel do professor. O de modificador da escola. Aquele que não se conforma que a escola seja uma mera reprodutora de práticas, mas um local de crescimento para todos. Será que para isso o governo terá de criar uma nova categoria de professores, como criaram uma nova categoria de polícia para que essa não reproduza as velhas práticas nocivas? Espero que não!
Somente quando o professor estiver preparado para encarar o desafio de ser a figura de referência dentro de sua comunidade ele será reconhecido como tal, e consequentemente, o seu trabalho surtirá efeitos. O primeiro passo talvez seja deixar de lado a cultura da reclamação. Caso contrário continuará tudo como está. Neste caso, como diria o poeta desliguem as máquinas. Ou parafraseando Nietzsche o professor está morto.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Rio-2016 como incentivo à educação

Passada a euforia de ser escolhido como sede dos Jogos Olímpicos. Cabe aos governantes brasileiros traçarem um grande plano para que além da melhor olimpíada possamos ter o nosso melhor desempenho em termos de medalhas.
Onde estão os atletas de 2016?
Os atletas de 2016 estão nas escolas do Brasil. Cabe ao governo federal pensar em um grande garimpo de futuros atletas nas escolas de ensino fundamental e médio. Mesmo as universidades tem um importante papel.
A partir de agora a prática esportiva deve ser algo rotineiro no mais novo país das Olimpíadas.

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Yeda Crusius no Roda Viva

Depois de todo o silêncio do PIG em relação às denúncias de corrupção no governo tucano do Rio Grande do Sul. A governadora Yeda Crusius dona de uma rejeição de 60% no estado e apoiada por Serra, será entrevistada no programa Roda Viva.

Espero que os jornalistas convidados saibam aproveitar esse raro momento e esclareçam o povo brasileiro sobre o esquema de corrupção tucano.

O Roda Viva é exibido Ao Vivo às 18h30 na internet
E na integra na TV Cultura às 22h10.